Uma vez mais senti o agradável aroma do pólen quando perde a sua humidade.
A quantidade de grãos este ano foi relevante e satisfatória, o que é sinónimo de tarefas extra, aumento nos equipamentos e utensílios, e um maior contacto com as colmeias para a sua colecta.
fazendo umas contas de somar e subtrair, considero no final como uma aposta ganha.
Todo o conhecimento adquirido foi na base da experimentação, teve as suas quebras e algum prejuízo, muito por culpa de um fornecedor cujo sua principal preocupação foi sempre e só a venda da máquina de secar o pólen.
Agora todo o sistema está montado, requer só um ou outro ajuste, e quando e na altura certa meter em funcionamento a cadeia lógica que tem como última etapa a embalagem e acondicionamento do pólen já seco e pronto para o consumo.
Eu queria ter muito mais pólen, obrigaria com certeza a uma logística maior e mais alargada, e claro um número superior de colmeias, repartidas por diversos locais, obtendo assim uma pigmentação multicolor diversificada e como consequência melhor aceitação pelo consumidor final.
Pouco conhecido e divulgado, o pólen é um super alimento, é a mais completa fonte de nutrientes. Se todas as pessoas tomassem a dosagem de uma colher de pólen por dia (como é recomendado), não haveria suficiente pólen no mundo, pois o número incalculável de abelhas que seriam necessárias à sua colecta para a satisfação do mercado seria de algarismos astronómicos e incalculáveis, desta forma cabe aos mais cuidados e requintados consumidores, sentirem e desfrutarem das suas propriedades.
Parece uma escrita um pouco egoísta, mas é a simples realidade, e é com muita pena minha que assim o seja.





